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64.
sábado, janeiro 24, 2009

Cinzas caem pelo chão. Não são cinzas de passado, é apenas engano meu. Quem sempre viveu vendo incêndios principia por achar que está sempre a apagá-los. Não os há. É quase morte viver assim, quase a morte, nessa tranqüilidade simples e calma de um dia após o outro. Não há remorsos, nem culpas. Não sei o que se perde de mim nessa bonança. Uma parte de mim atesta que isso é felicidade e que perdura. É como não ter o que procurar. Mudo minhas ideias sobre não mudanças. O mundo a girar atesta: o homem não para ao encontrar muralhas. De seguras que são, fornecem material para uma guerra. Basta achar pelo que lutar.



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