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70.
quinta-feira, dezembro 29, 2011

::Ausência::

E das coisas que ficaram jogadas pelo canto,
Daquelas que não me fazem falta e nem por isso são menos importante,
Encontro a colcha de retalhos que eram minhas palavras
Aquele recanto de cheiros e afagos, de ausências e escuros.

Não, não me sinto despedaçada ao confessar que meu silêncio não me causa dor.
As páginas voam há um tempo grande demais. Antes de mim já voavam.
Não é que todo silêncio acontecerá por minha causa.

Só o que me causa uma leve angústia, um pequeno pesar,
É ver o sonho mutilado pela ausência de vozes dentro de mim:
É saber-me fantasma de mim mesma na penumbra do cotidiano.



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