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61.
quinta-feira, agosto 28, 2008

A Felicidade que morou na rua da União.

Vila Sotave.
Longa manhã no meio da terra lamacenta jaboatonense. Procurando ruas com nomes como União, Paz, Esperança... Entre outras coisas, eu buscava a Felicidade. Mas a Felicidade se mudou, não mora mais lá (imprevisível a Felicidade morando em Jaboatão). Ela foi pra Sampa, mas já está de volta, mora quase em Escada.

Bobagem procurar a Felicidade. Ela nunca está onde pensamos que está. E nunca passa muito tempo no mesmo lugar. Deve ser uma velhinha simpática, a tal Felicidade. Pena que eu não consegui encontrá-la.


60.
quinta-feira, agosto 21, 2008

Era uma vez uma casinha laranja com azulejos de florzinha. Era uma vez uma vontadezinha de se mudar. Era uma vez um caminhão de problemas atravancando a entrada da casa. Era uma vez a moça voltando de ônibus tarde da noite. Era uma vez uma casinha velha. Era uma vez uma mocinha.


59.
quarta-feira, agosto 13, 2008

Seu padre,

Primeiro devo confessar que não acredito nessa coisa de sacramento, mas como disseram que eu sou confessionalista, tive que ajoelhar e rezar. O que o senhor acha, seu padre? Devo rezar quantas ave-marias por externar um sentimento meu que quando cai no papel vira algo tão diferente de mim que eu desconheço?

Seu padre, se eu fosse homem, teriam dito que sou memorialista, que tenho traços autobiográficos na minha escrita, que tenho um alterego ou algo assim. Mas sou filha da Eva (ou da Lilith) e sofro por poder ser apenas confessionalista.

Me diz, padre, qual é o pecado de ser assim, tão de mim que ninguém reconhece? Por que meu texto precisa escapar de tudo que se passa aqui dentro?

Ah, padre, me diz, vai, mas diz logo, porque quem sabe assim, eu ainda consiga me arrepender!



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