<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d11649652\x26blogName\x3d::Medievas::\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dSILVER\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://medievas.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_BR\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://medievas.blogspot.com/\x26vt\x3d5012197479089928805', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>

35.
domingo, outubro 28, 2007

Tenho medo de homem que malha.
*MEDO*
E viva as barriguinhas de cerveja....


34.

Vermelho escapa pelos poros ouço um tom abaixo da maioria sinto um grau acima e desconverso do abalo pro seu lado porque é mais fácil sintonizar quando estou frágil. Converso e gracejo mas duvido da tua culpa e comemoro as passagens longas do meu romance. Acredito no invencível descaso do teu passo, na ausência sublime da tua sede, na proximidade da ânsia. Sorrio acaso a morte chega e o amor acaba e o frio esquece meu desejo. Somos duradouros, perseguimos a força, igualamos os sonhos, mas eles são tão díspares, não convencemos. Sacrificada mudo o tom, assumo o risco, mostro-me doce e sincera já não importando seus sumiços. Enquadro-me no denso e profundo histórico das moças que escrevem e desescrevem seu caminho.

Sorrio. Tenho fome de ser melhor, tenho cores para ser diferente. Um som termina tudo.



33.

::Um tanto livre, um tanto travada::

Ei, menino, eu te vejo. Você é o cara. Não esconde o que sente. És tão fantástico. tão de mim. E eu posso fazer de nós o que quisermos, baby. Somos soul e calma. paciência.

Garoto, não sou sua, mas sou do teu corpo.

E um instante fez.

E num dia que o inusitado imperava, você foi deus e foi tormento. E eu quis você, como nunca. Você era a fortaleza, eu era o estorvo, o que havia para desamar, porque plácida e incolor.



<body> </body>