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59.
quarta-feira, agosto 13, 2008

Seu padre,

Primeiro devo confessar que não acredito nessa coisa de sacramento, mas como disseram que eu sou confessionalista, tive que ajoelhar e rezar. O que o senhor acha, seu padre? Devo rezar quantas ave-marias por externar um sentimento meu que quando cai no papel vira algo tão diferente de mim que eu desconheço?

Seu padre, se eu fosse homem, teriam dito que sou memorialista, que tenho traços autobiográficos na minha escrita, que tenho um alterego ou algo assim. Mas sou filha da Eva (ou da Lilith) e sofro por poder ser apenas confessionalista.

Me diz, padre, qual é o pecado de ser assim, tão de mim que ninguém reconhece? Por que meu texto precisa escapar de tudo que se passa aqui dentro?

Ah, padre, me diz, vai, mas diz logo, porque quem sabe assim, eu ainda consiga me arrepender!



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