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41.
sexta-feira, fevereiro 08, 2008

::João e Maria::

Sérgio era um cara popular. Os amigos o invejavam. Vivia sempre acompanhado. Em bem acompanhado.

Passava, à noite, com uma bela garota em seu carro. Buzinava, dava oi aos amigos. Era a eleita do dia.

Ele as levava para a sua alcova, uma pequena mas bem decorada casa. Em tudo mimava as acompanhantes. A casa estava sempre limpa e com flores nos vasos. Havia queijos e vinhos saborosos. Sua especialidade era uma tábua de frios que deliciava suas amigas.

Naquela noite Lílian era a escolhida. Ninguém acreditou quando a viram no carro de Sérgio. Lílian era o que se chamava de boa moça. Recém passara por uma desilusão: a melhor amiga lhe roubara o namorado.

E lá estava ela a caminho do ninho de Sérgio. Ela se sentia bem. Descobrira que sua personalidade era outra, queria experimentar.

Tomava um sorvete, e Sérgio estava maravilhado com a pequena e angelical boca que lambia o doce, primeiro pelos lados, até abocanhá-lo todo, aparentemente imersa no prazer do ato.

Sérgio parou o carro, entrou numa lanchonete e de lá saiu com um pacote, quase sem conseguir enxergar o caminho de tanta vontade de chegar.

Lílian entrou na casa saboreando cada pedaço. Cheirou as flores e pôs uma no cabelo. Ligou o som e escolheu Vanessa da Mata, respondendo com um “Sim” às dúvidas que restavam na cabeça de Sérgio. Jogou os sapatos longe e pulou na cama arrumada e fofa. Aceitou o vinho que Sérgio ofereceu e sua pequena boca rosada adquiriu o brilho do líquido.

Sério sorria feliz para o deslumbramento da garota. Estava cansado da futilidade e superficialidade das mulheres. Lílian o surpreendia com tanta ingenuidade e com a sinceridade com que brincava com os enfeites da cômoda.

Satisfeito, pegou os pés da menina e os beijou, submissamente. Lílian calou para sentir melhor aquele calor que subia pelas suas pernas e provocava um arrepio no local onde seu ex-namorado nunca havia se permitido tocar.

As mãos de Sério subiram até o ponto em que o pudor de Lílian disse não. Ele a deixou e ofereceu o que havia no pacote: batons garoto.

Lílian sorriu. Adorava aquele chocolate desde menina. Gostava de colocá-lo na boca até amolecer. Chupava-o, escondida, já que mais de uma vez fora censurada por adultos por chupar daquela maneira.

Deliciando-se com o batom, esqueceu das mãos de Sérgio, que chegaram onde queriam. O chocolate derreteu ao mesmo tempo que Lílian, que sentia tudo mais quente. Antes que pudesse se recuperar, Lílian sentiu algo a invadindo. E percebeu que dois espaços seus estavam ocupados. E pela mesma substância. Enquanto lambia o chocolate, Sérgio também enfiava o doce na sua xoxota virgem.




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