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40.
domingo, fevereiro 03, 2008

Concordo com Pessoa: tudo é ousado para quem a nada se atreve. E eu andava pouco atrevida. E achei você. E quis ousar. E ousei revisar você. Porque só assim poderia apresentá-lo. Como apresentar o que não se conhece palmo a palmo?

Por que não ser a fina flor do erotismo? Pulsando alegre em seus toques doces. Emergindo contemporânea por seu graçar antigo? Provocando libertação em teu peito jovem?

Ainda imagino teu livro não fechado. Quero ver você crescendo nas letras que escreve. Posso jogar galhos na tua lama doce. Posso ser seu bálsamo e sua cruz. Posso cruzar o deserto contigo.

Quero ver emergir você de um riacho claro. Do meu riacho.

Quero você respondendo minhas perguntas. Quero sua alma presa a minha, ao mesmo tempo liberta para chegar onde quero.

Sem sombras, sem lágrimas, apenas a água que corre clara. Apenas a minha saliva que escorre também doce.

Apenas uma mistura. De eu e você.




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